Estou de volta com mais um capítulo da famigerada República Feminina. Morando apenas três meninas, ficou mais fácil cada uma namorar no seu cantinho, certo?! Errado! A personagem do tapete voltou a atacar, mas desta vez com fúria uterina totalmente animalesca. Lembram-se de terceiro andar, paredes finas... Então, dia sim, e outro também, tínhamos que agüentar a mocinha fazendo amor com o namorado. Sou a favor de todo mundo fazer amor, nada de celibato, isso faz mal demais!!!!!! Até aí, tuuuuuuudo bem, normal.
Mas eu juro que nem em filme pornográfico se faz tanto barulho. Eram gemidos, gritos, urros, uma coisa de louco, parecia que tavam matando a menina, credo! Além do mais, o piso era de madeira, e toda vez a cama saía do lugar, tamanha a movimentação, ajudando a fazer ainda mais barulho. Vocês podem falar: e daí, a vida é da garota, e ela faz o que quiser, certo?! Mais um engano! Rsrsrs. Eles - os vizinhos, o zelador e toda sua família, e o pessoal da sala de cirurgia do hospital que ficava ao lado, achavam que lá rolava a maior suruba, porque ninguém acreditava que aquela menininha, baixinha e tímida era capaz de fazer tanto barulho sozinha! Era vizinho falando: “Ontem à noite, eihn?!”, era zelador dizendo: “Manera à noite lá em cima, porque ninguém consegue dormir!”. Sempre sobrava pra mim e pra Pati, ninguém nunca falou nada pra Si, ou ela muito “tímida”, nunca comentou nada com a gente. O pior de tudo era o carão que passávamos com os tarados do segundo andar: “Que dia vocês vão chamar a gente pra participar?”; “Ontem à noite, uaaaaaau!”. O melhor foi o dia que essa tortura ridiculamente engraçada acabou. Quase três da manhã, a campainha toca, e como prédio já havia sido invadido (depois eu conto essa), ficamos com medo de abrir a porta, lógico. Vai eu e a Pati, as duas de braços dados (se é que isso ia adiantar alguma coisa), olhamos no olho mágico e não reconhecemos quem era - eu com o dedinho do pé com uma luxação daquelas, o coitado mais parecia uma azeitona preta - pensei: correr assim, impossível. Olhamos de novo, aí conseguimos ver quem era, era um dos vizinhos do segundo andar, abrimos a porta, e qual não foi nossa surpresa ao nos depararmos com um cara, sem camisa, aparentemente sem calças, segurando uma almofada na frente de sua pélvis. Ele levanta a almofada e diz: “Tchannn Raaan!” e levanta a dita... Não há de ver que o carinha tava pelado?! Demos um senhor esporro no taradinho, e nunca mais encheram nosso santo saquinho...
P.S:. Há pouco tempo perguntei a essa amiga minha se o “barulho” que ela fazia era sincero, verdadeiro, sabe o que ela me disse? As vezes que ela quase não fazia barulho eram as vezes que ela era realmente feliz!!
Pode uma coisa dessas? Depois não sabem por que o cara não satisfaz...
Pronto Maledetes, minhas lindas , maledetes...
Saíram muitos manuais de sobrevivência nos dias de hoje neste Rancho... mas nunca ensinei, as minhas queridas como fugir, de forma a humilhar o babaca que pega o cabelo, segura no braço, belisca, passa a mão... nas naites (t.s.) da vida...
Pronto... seus problemas chegaram ao fim... tenho aqui postado o jeito mais detonante de despachar o idiota... isso não é um corte... é um racho na cabeça do bestalhão... pois então, ai vai o
MANUAL PRÁTICO DE COMO FUGIR DAS CANTADAS DOS BABACAS QUE INSISTEM EM SE ACHAREM SUFICIENTES PARA REBOCAR AS MULHERES PARA SUA CASA!!!!!!
Esta grande obra se resume em lhes mostrar em apenas doze situações, que geralmente nas casas noturnas... decorem a lição e detonem os malacabados... hahaha!
Babaca: A gente já não se encontrou antes?
Você: Sim, eu sou a recepcionista daquela sauna gay.
Babaca: Será que eu já não te vi em algum lugar?
Você: Já, e é por isso que eu nunca mais fui pra lá!
Babaca: Este lugar está vago?
Você: Está, e este aqui também vai ficar se você se sentar aí!
Babaca: Posso me sentar aí, gata?
Você: É claro que pode! Só não garanto que eu vou continuar aqui!
Babaca: E se a gente fosse lá para casa?
Você: Faz o seguinte, vai na frente que daqui a meia hora eu vou.
Babaca: A gente vai para a sua casa ou para a minha?
Você: Os dois. Você vai para a sua casa e eu vou para a minha!
Babaca: Eu queria te ligar. Qual e o seu telefone?
Você: Está na lista.
Babaca: Mas eu não sei o seu nome.
Você: Também está na lista.
Babaca: Então, o que você faz na vida?
Você: Eu sou travesti.
Babaca: Como você prefere seus ovos no café da manha?
Você: Não fecundados.
Babaca: Por que ficar enrolando? Nós dois estamos aqui nessa boate pelo mesmo motivo...
Você: É, pra pegar mulher!
Babaca: Se eu pudesse te ver nua, eu morreria feliz.
Você: E se eu pudesse te ver nu, morreria de rir...
Viram, não tem mistério, é só decorar e sair metralhando...hahaha! Qualquer dúvida, já sabem onde me encontrar... Beijo pras prenda e abraço pros cúiudo!
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